Publicado por: maosinquietas | Maio 27, 2008

Caminho para a horta… no Palácio de Cristal

 

Uma Horta no Palácio de Cristal continua a ser um desejo de vários cidadãos portuenses, que mais uma vez se reuniram no já bem aromático e colorido espaço onde se pretende desenvolver este projecto. Já lá vai um ano desde o primeiro encontro, mas entre o grupo reunido no passado sábado, dia 17 Maio, contavam-se algumas caras novas, o que mostra, de alguma forma, a vontade dos portuenses em arregaçarem as mangas e deitarem as mãos e as sementes da mudança à terra.

 

Todos os presentes acreditavam que este seria já o primeiro dia de trabalho, de observação do espaço, com o objectivo de se identificar as plantas já existentes e traçar os planos para as intervenções sustentáveis seguintes. Porém, falta ainda autorização para tornar prática esta ideia da Horta no Palácio de Cristal, com vista para o rio Douro e a Ponte da Arrábida no Horizonte. A ideia atravessa ainda, neste momento, o labirinto burocrático, mas nada de baixar os braços. Sem terra ainda disponível, é certo, foi possível averiguar a visão de cada um sobre o conceito Horta Urbana e identificar as tarefas práticas em que cada um estaria mais confortável. Naturalmente, quanto mais pessoas…

 

Conclui-se que a horta poderia «iniciar-se» ainda sem terreno, nomeadamente através da identificação de espaços na cidade passíveis de receberem uma pequena horta, além do «apadrinhamento» de espaços: se vires um canteiro na rua, «abandonado», dá-lhe vida e cuida dele.

 

Todos os interessados em colorir de aromas o Porto, podem juntar-se às Hortas Urbanas através de uma lista de e-mails onde trocamos informação e nos organizamos para a acção. Para fazer parte da :: lista – hortas urbanas :: envia um pedido de adesão num e-mail para utupiar@gaia.org.pt!

Publicado por: maosinquietas | Maio 20, 2008

Permacultura!!! O problema é a solução!!!

Após umas inspiradoras férias, quero partilhar e espalhar o que tão intensamente vivi durante os nove dias do Curso de Design de Permacultura, com Lesley Martin, na Quinta Cabeça do Mato :) Aqui fica o artigo que escrevi! Bem-Haja!

O problema é a solução

 

O mundo está a mudar. Há toda uma força paralela aos problemas que assolam a sociedade. Uma força criativa de mudança, que procura a solução no problema. Permacultura. É este o termo que precede uma alteração de mentalidade. É tornar permanente uma agricultura sustentável, suficiente para alimentar cada um de nós, uma cultura em que o lixo não é um excendente poluente, mas material de construção, de arte, de música, de fertilização da terra. É reorganizar a vida em parâmetros olhados muitas vezes como rudimentares. É voltar atrás para seguir em frente, sem destruir o Planeta e preservando a espécie humana envolvida no seu todo que é a Natureza, da qual nunca se deveria ter desligado.

O curso de Design de Permacultura, oferecido por Lesley Martin na Quinta Cabeça do Mato, em Vila Seca, Tábua, não é, como a própria tutora inglesa referiu, “apenas mais um técnica de jardinagem” ou uma forma de agricultura biológica. Trata-se de um conjunto de princípios éticos cujo intuito excede a conservação do existente, olhando a regeneração das terras e as comunidades deprimidas, desertificadas como consequência da desintegração do povo. Há três simples passos para cada um de nós avançar de acordo com o pensamento da Permacultura, um termo registado por Bill Mollison, o grande percursor deste movimento: reduzir o uso de fontes de energia não renováveis, despender tempo a experimentar e a conviver com os outros e fazer crescer alguma planta, quanto mais não seja um vaso numa varanda.

A Permacultura recupera técnicas ancestrais e incentiva a imaginação e a criatividade no sentido da desconstrução de ideias procurando maior eficiência com o menor esforço possível. Prentende fechar ciclos, imitando a Natureza, sem se fechar num conceito ou conjunto de indicações, pois incentiva a experimentação em diversas condições geográficas e climatérias. Trata-se de aproveitar o melhor que a Terra tem para nos oferecer, cuidando dela e das pessoas, dois dos princípios básicos éticos desta filosofia de vida. Nas cidades os desafios são outros. Se por um lado, a vida urbana apresenta vantagens no sentido da sustentabilidade, como a possibilidade de usar menos o carro, dada a proximidade de todos os bens e serviços à distância de uma viagem de metro, por exemplo, há desafios emergentes do excesso de população, com consequências ao nível da qualidade de vida, do ar e outros tantos factores já bem debatidos na nossa sociedade. Mesmo assim, é largo o leque de propostas para responder à cada vez mais premente questão dos citadinos: o que posso mudar? Reciclar (melhor do que reciclar é reutilizar o máximo possível), recolha ou poupança de água, utilização de melhores materiais de construção, promoção de hortas comunitárias, de pequenos jardins nos terraços e consumo de produtos locais, incentivando de preferência os mercados de agricultores, onde os bens viajam o mínimo possível, contribuindo assim para a redução de utilização de fontes de energia não renováveis.

Se criamos desertos à média de 5.4 milhões de hectares por ano, devido à agricultura inapropriada, ao excesso de pasto e à deflorestação, a Permacultura desafia mesmo as terras mais áridas, aproveitando a mais pequena possibilidade de nutrientes da chuva ou das linhas de água para criar verde.

Se é possível falar de permacultura no deserto, é também incrível o que se pode fazer crescer num terraço, como morangos pendentes em vasos ou tomates trepadeiros de cantinhos aromáticos.

O Curso de Design de Permacultura destina-se a todos os interessados em abraçar uma nova filosofia de vida, na qual o Ser Humano trabalha com a Natureza e não contra ela. A Quinta Cabeça do Mato promove já nos próximos dias 14 e 15 de Junho uma Introdução à Permacultura, que antecede o segundo Curso de Design a ter lugar em Setembro.

Publicado por: maosinquietas | Abril 3, 2008

Workshop

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Constelações Familiares 

Não conseguindo frequentar muitos workshops do Encontro Verde, porque o tempo é curto quando queremos aprender, oferecer e receber informação ou apenas contacto humano e social,  devo falar do intenso workshop de «Constelações Familiares» com Angelika Wolf. Despida de qualquer noção acerca do que iria encontrar, lancei-me à experiência e inscrevi-me na acção… E foram cerca de quatro horas de um forte Sentir.

Inicialmente expectante, algo ansiosa até, rapidamente me senti uma partícula do cosmos. Ufa… Desde o primeiro exercício, leve introdução, até ao último, foi um sem fim de emoções, libertações, sensações. Chamar-lhe-ia Terapia de Grupo Silenciosa. Uma terapia de grupo baseada no fluxo da energia das emoções. O compromisso de confidencialidade relativamente aos acontecimentos do workshop é explícito e certamente assumido e assimilado pelos participantes. Até porque a força da energia que liga cada elemento do grupo, naquelas horas, faz-nos sentir, mais do que nunca, um enorme respeito, carinho, amizade, solidariedade, amor… Um sem fim de emoções positivas. É um espaço aberto a uma dimensão desconhecida ou pouco explorada do nosso Ser. É deixarmos o nosso corpo exprimir sinais e vermos nos outros sinais do nosso presente ou passado, ou ambos. É construir ou reconstruir as fundações dos nossos medos, das nossas aflições, das nossas saudades ou verdades incompletas. Vale a pena experimentar. A energia que concentramos é nítida, forte e, arrisco-me a dizer, real.

E um obrigada a Angelika Wolf que, residindo em Portugal e apesar de ser alemão, faz questão de ministrar os workshops em português.

No próximo sábado, 5 de Abril, há um worshop no Porto. Mais informações em www.valedocovao.com

Publicado por: maosinquietas | Abril 3, 2008

Stock Market no Spot Bar

O Spot Bar recebe no próximo fim-de-semana, dia 5 e 6 de Abril, das 14h00 às 02h00, uma exposição de artesanato, num conceito que me parece interessantíssimo: levar os trabalhos manuais, normalmente associados a alguma tradicionalidade, a um espaço moderno.  É na Rua Brito Capelo! Aqui fica o cartaz! Apareçam!!!

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Publicado por: maosinquietas | Abril 3, 2008

Adeus ao Plástico…

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Findo um período de exploração e experimentação dos diversos materiais existentes para criar bijuteria, começo a escolher os mais consonantes com os meus ideais. Aos poucos, abandonei os plásticos. Não quero mais esse material que me tem irritado, dada a quantidade desmesurada que se utiliza hoje em dia. Campanhas ambientais para controlar o exagero de sacos plásticos nos supermercados, a quem se exige depois que embale todo o «santo» legume em plástico, pois claro. Aos poucos, dizia, e para não me desviar, introduzi o conceito de ecológico na minha bijuteria. Para já, neste meu recente mostruário aboli por completo o plástico. Sementes brasileiras e contas de madeira fazem a grande parte da minha pequena amostra, que contempla ainda algumas peças em vidro e metais. Na bijuteria, como na vida, pretendo dar pequenos grandes passos rumo à sustentabilidade. Como lemos nos folhetos da infonature «Pequenos feitos individuais conduzem a transformações globais».

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Bem Haja

Publicado por: maosinquietas | Abril 3, 2008

Encontro Verde 2008

Carta Aberta à Quinta Cabeça do Mato 

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Obrigada Carin, Steve, Beca, Irin e Ângela pelos fantásticos dias proporcionados na Quinta Cabeça do Mato. É um lugar mágico, o vosso. Irradia luz e energia positiva. E não é por acaso. Vocês fazem por isso. O Encontro Verde foi, na minha opinião, um sucesso. Uma óptima organização, simpática, fluida, cooperativa e eficaz. Workshops muito interessantes (é pena termos de optar entre um ou outro workshops ou o puro convívio!) . Entre a muita gente boa que conheci, muitos de passagem, contei um número incrível de nacionalidades e muitos impressionaram-se pela dedicação de tentar falar em português. Portugal, Inglaterra, Espanha, França, Estados Unidos da América, Brasil, Itália, Alemanha… Tantas línguas diferentes na Cabeça do Mato. Foi espiritualmente inspirador para mim até pela particularidade das pessoas com quem mais tempo conversei ou por outras em que mais do que as palavras prevaleceram os abraços e os olhares profundos, daqueles olhos nos olhos. Tanto calor e amor humano, perfeitamente enquadrados na Natureza. Sinto-me sempre bem na Cabeça do Mato.E foi a primeira exibição da minha bijuteria. Não vendi nada, mas valeu a experiência!!! Obrigada.

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Muito Amor e venha o próximo Encontro Verde! Verão 2008?

Publicado por: maosinquietas | Abril 3, 2008

Jornada da bijuteria

O Mundo da bijuteria abriu-se para mim há pouco mais de um ano e meio, por influência de uma das minhas duas irmãs, que me levou a uma dessas lojas que vendem tudo para o efeito. Quando ela me disse «Podias fazer uns colares», a minha resposta foi «mas eu não sei fazer colares»… No entanto, ao olhar as diversas pedras e pedrinhas, flores e florzinhas, fios e portinhas, a creatividade pareceu desenvolver-se virtualmente na minha mente. Daí até adquirir algumas pedras e pôr mãos à experiência foi um passo.

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 E os colares foram aparecendo, como pequenas pinturas, criadas para dar mais cor ao nosso exterior. Tratam-se de acessórios que aparentemente não servem para nada, mas que acabam por cumprir o interessante papel de nos fazer sentir mais bonitas, como indivíduos diferenciados. Bem sei que a diferenciação não está naquilo que usamos, no que vestimos, no que calçamos. Pelo contrário, defendo que a moda é um conceito muito relativo porque sistematiza algo que, na minha opinião, depende apenas e só do interior de cada um. Para mim não existe moda, apenas vestuário que eu adequo ao meu gosto pessoal e esse é intemporal, mesmo estando, naturalmente, como o pensamento sujeito a mudança. E no fundo, a moda, também é um ciclo. Vai e vem.

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Publicado por: maosinquietas | Fevereiro 6, 2008

Barcelona

Não será, por certo original, iniciar um artigo sobre Barcelona, com uma referência a Gaudí, mas depois de percorrermos as ruas da capital da Catalunha com toda a sua parafrenália de grande metrópole, repleta de turistas atraídos pelo glamour de que a mesma goza e mesmo os preços actualmente muito atractivos, o melhor é mesmo começar por ai. Porque o artista merece… e a cidade também, pelo acolhimento.

Barcelona era aquela cidade que faltava para completar o meu périplo pela arte europeia. Embora reconheça a ausência, nessa tal bagagem, de grandes museus do Velho Continente, Barcelona era, efectivamente, a cidade que faltava, nesse périplo pela arte europeia que construíra, aos poucos, quase sem eu dar conta, ano a ano, em viagens de férias que idealizara durante a deliciosa aprendizagem de história da arte. Um ponto de chegada. Um ponto de partida. Chegada a um local que se tornara já de culto na minha imaginação, na minha cada vez mais forte vontade de caminhar rumo ao mundo fantástico, excitante, as ao mesmo tempo apaziguador da Arte.

A Arte como forma de expressão das intuições mais primárias, de constatações apenas explicáveis através de experiências transformadas em objectos estéticos capazes de se perpetuarem entre os movimentos em voga neste ou naquele momento. Esta é, para mim, a grande herança de Gaudi deixada à Humanidade. Não só pela grandiosidade de uma obra, inacabada, como a Sagrada Família, ou pelos orgânicos mosaicos e vitrais que marcam grande volume da sua produção artística. Também por isso, mas muito mais ainda pela coragem, pela crença, pela obsessão de todo o seu ser criativo.

A Casa Milã, ou La Pedrera, é uma excelente forma de conhecer a obra de Gaudi, já que a visita com áudio-guia relata todos os pormenores da sua carreira, incluindo explicações sobre os edifícios por si construídos, à medida que se avança sobre uma exposição de maquetas, mobiliário e outros objectos sob os arcos arco parabólicos catenários. Entre a Casa Milã e a Casa Batlôt, dois aspectos da obra de Gaudi retiveram a minha concentração: o arco parabólico catenário e a ligação óbvia da arquitectura de Gaudi à Natureza. Dois aspectos que, no fundo, são um só. O arco parabólico catenário, uma forma que podemos facilmente identificar na Natureza, era utilizado por Gaudi para elaborar as suas cúpulas. Para fazer os estudo, Gaudi utilizava correntes metálicas presas umas às outras pelas extremidades: de forma a que ficassem estáveis. Colocando um espelho por baixo desse amontoado de fios suspensos, via-se, então, a makete do edifício. Esta é uma das experiências proporcionadas pela Casa Milã. Depois, a ligação de Gaudi à Natureza: com uma geometria complexa, é certo, aos meus olhos, as obras de Gaudi, especialmente a Casa Batlot apresentam-se como uma representação da Natureza, de tão orgânico. As paredes «onduladas», no exterior e interior, o mobiliário rebuscado mas rústico, os azulejos no pequeno pátio interior e todo o jogo de luz e ventilação, as subtis escamas de peixe pintadas a pincel na parede…

Publicado por: maosinquietas | Agosto 5, 2007

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Muitas são as ideias que nos assaltam a mente todos os dias, mas nem sempre lhes damos uma existência física. Este espaço tem um propósito de partilha de alguns momentos criativos, plásticos ou literários, mas sempre relacionados com a expressão interior, com a motivação para reorganizar tudo de acordo com os nossos próprios valores.Pinturas, textos livres, artesanato e bijuteria são algumas das exposições virtuais pensadas para este blogue. Todos as «obras» resultam de uma actividade espontânea, intuitiva, desenvolvida paralelamente ao meu percurso académico e profissional, em alguns momentos ligado à Arte, mas maioritariamente à escrita, porque sou Jornalista, de profissão.

Apresento, em primeiro lugar, alguns dos meus quadros, pintados a óleo, acrílico e outros materiais que vou conjugando experimentalmente porque não são o reflexo de uma aprendizagem académica, mas antes de uma procura autodidáctica das técnicas.

Publicado por: maosinquietas | Agosto 5, 2007

Vincent van Gogh

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Quando penso no nascimento de Vincent Van Gogh como pintor, imagino o Big Bang explodindo desde uma paleta. As suas telas repletas de vida, emotivas, dramáticas, deixaram uma marca indelével na História da Pintura e em mim.Nascido sob a influência de peixes, olho a personalidade de Van Gogh como um bom exemplo dos dois peixes nadando em redor de si mesmos. Por um lado, uma mente brilhante, preenchida de imagens em movimento e uma força pouco usual para se tornar num grande artista, a partir de si mesmo; Por outro, a incapacidade de lidar com os outros seres humanos, por mais que os amasse. Incluindo o seu irmão Theo, de quem dependia economicamente e o primeiro a acreditar na sua obra.Considerado, hoje em dia, por muitos, o maior pintor de todos os tempos, – depois de Rembrandt -, acabou por se suicidar, deixando para trás dez anos de intensa criatividade, cujos resultados podemos, felizmente, admirar hoje em dia. O «seu» Museu, em Amesterdão, é a melhor homenagem ao seu génio, ainda que tardia, como, de resto, veio acontecendo ao longo dos tempos com grande parte dos artistas.Em Amesterdão, deixamos os livros e viajamos pela sua vida, chegando, através de telas e outras mensagens, aos lugares onde a sua arte cresceu e aos tormentos com que se deparou. Olhamos Paris, Arles, Saint-Rémy, Auver e caminhamos sobre as paisagens ondulantes, as nuvens da solidão, os romances marginais e as amizades quebradas.Lembrar os tristes «Comedores de Batatas» – representativos do início da sua empreitada na pintura -, as flores, os campos, os cipestres, os auto-retratos, os corvos, o feno, o céu, os largos e encurvados traços coloridos, é um dever.

Como acreditei ser meu dever também prestar esta pequena homenagem ao pintor que me arrebatou e continua a arrebatar por mais museus e galerias que visite. Pela sua força, pela sua crença e por ter partilhado com o Mundo uma visão fantástica do mundo real.

Na imagem, Noite Estrelada, Saint Rémy, Junho 1889

http://www3.vangoghmuseum.nl

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